Em agosto, os preços das indústrias extrativas e de transformação, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor (IPP), variaram, em média, 0,61% quando comparados aos preços de julho. O indicador — que mede os preços de produtos “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes — é calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e foi divulgado pela entidade no último dia 26 de setembro. 

De acordo com as notícias do IBGE, 18 das 24 atividades industriais investigadas pela pesquisa apresentaram variações positivas de preço no mês de agosto ante o mês julho. Também conforme o que elencou a publicação, as quatro atividades com maiores variações em agosto, ante o mês anterior, foram: as Indústrias extrativas (-5,06%); e — dentro das Indústrias de Transformação — Impressão e reprodução de gravações (2,85%), Fabricação de outros produtos químicos (2,42%) e Fabricação de móveis (2,04%).

“Alimentos foi o setor industrial de maior destaque na composição do resultado agregado, na comparação entre os preços de agosto e os de julho. A atividade foi responsável por 0,32 ponto percentual (p.p.) de influência na variação de 0,61% da indústria geral. Ainda neste quesito, outras atividades que também sobressaíram foram indústrias extrativas, com -0,25 p.p. de influência, outros produtos químicos (0,19 p.p.) e refino de petróleo e biocombustíveis (0,12 p.p.)”, destacou, ainda, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.  

Já no que se refere ao IPP acumulado no ano, este foi de 4,76%; enquanto o acumulado em 12 meses (calculado comparando os preços de agosto de 2024 aos de agosto de 2023) ficou em 6,42%. Em agosto de 2023, por sua vez, o Índice de Preços ao Produtor havia sido 0,75%. 

Na publicação completa do IBGE constam esses e demais dados e informações sobre o assunto.