Cerca de 17 milhões de brasileiros já contam com a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), segundo os dados que foram divulgados pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).
A nova CIN “reduz as fraudes, melhora os cadastros administrativos e qualifica o acesso a serviços públicos digitais, pois possibilita um acesso mais seguro (conta Ouro) aos mais de 4.500 serviços digitais disponíveis no GOV.BR”, explicou o MGI. “No futuro, os serviços poderão, inclusive, ser ofertados de forma automatizada”, acrescentou a entidade.
A Pasta também frisou que “uma das principais inovações da CIN é o seu padrão nacional e número único” — que é o Cadastro de Pessoa Física (CPF). Ou seja, as notícias são de que o “antigo” Registro Geral (RG) cairá em desuso, gradualmente.
“Todas as pessoas têm até 2032 para fazer a troca do seu documento pela nova identidade, sendo a primeira via gratuita para todos”, enfatizou, ainda, o MGI.
Atualmente, a nova Carteira de Identidade Nacional é emitida em todos os estados do país. “A emissão do documento pode ser agendada nos Institutos de Identificação dos Estados e do Distrito Federal. Para isso, é necessário que as pessoas levem as suas certidões de nascimento/casamento para a emissão da CIN”, orientou o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.
Algumas das dúvidas mais frequentes dos brasileiros a respeito da nova Carteira de Identidade Nacional estão esclarecidas no portal do MGI. Uma delas é: “por que fazer a nova Carteira de Identidade Nacional?”.
“Um dos benefícios da CIN será a melhoria dos cadastros da administração pública, que são fundamentais para a implantação de políticas públicas. Desta forma, os serviços públicos e privados, em pontos de atendimento físicos ou digitais, poderão realizar conferências dos dados que individualizam/identificam as pessoas”, salientou o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.