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Os efeitos de lucro vindos do isolamento social

A procura por cursos à distância aumentou desde o início da quarentena. De acordo com uma pesquisa feita pela Catho Educação, entre 21 de março e 6 de abril, houve um aumento de 68% nas matrículas de curso de ensino a distância (EAD) ou em semipresenciais. Apesar de não poderem frequentarem aulas em um espaço físico, diversos estudantes e profissionais estão querendo continuar com a sua qualificação profissional.

Durante o período de 3 a 20 de março, houve uma elevação de 44% na pesquisa nos cursos a distância. Os cursos mais procurados são Gestão de RH, Biomedicina, Ciências Contábeis, Logística e Administração. A principal vantagem no sentido financeiro é o custo mais baixo de um curso tradicional. O enfoque do conteúdo desses cursos acabam se voltando para a prática profissional.

Além de ser visto como uma oportunidade para encarar o isolamento social, os cursos a distância também podem servir para melhorar a qualificação de cada estudante ou profissional que já está na área. A pesquisa da Catho Educação revela que tanto os trabalhadores quanto as empresas estão mais abertas a um diploma do EAD, e isso não se torna um requisito determinante no momento de avaliar profissionais em um recrutamento.

A atuação da escola de idiomas Babel é 100% de maneira digital e viu que a ascensão chegou a 25% entre os meses de março e abril. De acordo com a empresa que tem atuação na América Latina e em países ibéricos, existe mais potencial de crescimentos nos negócios, especialmente por causa da situação de isolamento. Para a empresa, o mês de março foi o que mais ganhou novas assinaturas desde o surgimento da empresa há 12 anos.

Se for comparar o mesmo período no ano passado, o crescimento foi de 50% entre a segunda quinzena de março e o começo de abril no alcance mundial. Para a empresa, é possível que o Brasil chegue a esse nível de crescimento. Por dia, o aplicativo da empresa é baixado 120 mil vezes, o que indica que, desde 2008, mais de 500 milhões de usuários já participaram de algum curso que é disponibilizado pela empresa.

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Eduardo Sirotsky Melzer (Duda Melzer) Liderando com Tecnologia

Eduardo Sirotsky Melzer, também conhecido como Duda Melzer, é um líder dedicado que lidera pelo exemplo, compartilhando com outras pessoas por meio da delegação. Como empresário, ele acredita que o empreendedorismo é a chave para o sucesso econômico. Ele mostra ética de trabalho forte e tradicional e, ao mesmo tempo, dá o exemplo de uma nova maneira de pensar que inspira e possibilita o crescimento.

Como presidente do Grupo RBS, Duda Melzer é fundamental no processo de tomada de decisão. Como líder, ele entende que não pode fazer tudo sozinho e, portanto, compartilha com os outros, que é a essência de uma organização saudável. Isso proporciona aos outros a oportunidade de serem futuros líderes, ganhando mais experiência. Isso resulta em líderes inspirando outros líderes, bem como em crescimento exponencial.

Uma forte qualidade de liderança com Eduardo Sirotsky Melzer é que ele é um bom ouvinte. Ele inspira honestidade, incentivando os outros a falar a verdade; portanto, não dizendo o que eles esperariam que ele quisesse ouvir. Um exemplo disso é que ele adora quando as pessoas provam que ele está errado. Essa qualidade permite que ele e outros líderes de sua organização tenham maior visibilidade, podendo responder a problemas que precisam de atenção. Isso torna o Grupo RBS mais proativo e menos reativo.

Eduardo Melzer é um pensador independente que, por não conformidade com modelos desatualizados, se tornou um criador de tendências nesta era digital. Esse espírito empreendedor é a chave não apenas para o crescimento econômico, mas também para uma revolução tecnológica. Ele trouxe e ainda está trazendo crescimento tecnológico para o mercado sul-americano. Isso permite que outras empresas invistam de forma mais eficiente usando a plataforma de investimento de mercado médio do Grupo RBS.

O Grupo RBS é uma empresa com foco em inspirar outras pessoas, interna e externamente. Eles alcançaram um sucesso notável como a maior empresa de mídia do Brasil. Com 6500 funcionários, a liderança de Duda Melzer é a chave para o sucesso do Grupo RBS. Esse ambiente acolhedor inspira outras pessoas a serem bem-sucedidas, como uma família, trabalhando juntas para alcançar uma meta de ajudar outras pessoas a crescer. Só podemos esperar grandes realizações para o Brasil.

Nos seus anos em funções de liderança de topo, uma empresa só tem tanto sucesso quanto o seu pessoal é apaixonado. As pessoas apaixonadas são as mais empenhadas na excelência naquilo que fazem. Melzer também aprendeu que, para ser bem sucedido, deve rodear-se de pessoas mais inteligentes do que ele. Embora num papel menor na RBS, ele ainda é um líder envolvido como seu Presidente e Presidente. Como tal, ele ajuda a garantir que ele se mantenha em contacto com as novas tendências tecnológicas. Ele também fundou e ajuda a liderar a empresa infantil, e.Bricks Digital.

Duda Melzer é casado e um pai empenhado de três filhos. Ele faz com que seja uma prioridade passar tempo familiar de qualidade todos os dias, mas admite que as obras demoram a maior parte do seu tempo.

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Supermercados do RJ tem delivery atingindo pico de alta de 400% devido pandemia

Atualmente, com a população se isolando por causa da pandemia gerada pelo coronavírus, os mercados tem tido um enorme crescimento nas vendas por delivery, isto é, por entrega em domicílio, uma boa notícia recente para a economia. As vendas por delivery atingiram um pico de 400%, conforme informou Fábio Queiróz, o presidente da Asserj, que, entretanto, ainda não tem a média do crescimento no mês de março, início da quarentena.

Em contrapartida, o movimento nas lojas de supermercados no Estado do RJ tiveram uma queda de 35% de 17 de março a 6 de abril, conforme afirmou Queiróz em uma videoconferência recente, na presença de jornalistas.

O estimado para as vendas de Páscoas é que estas caíam cerca de 15% em comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com Fábio Queiróz, o efeito negativo na economia acarretado pela pandemia terá o seu auge em abril, isto é, o período será marcado por uma redução nas vendas. Queiróz faz uma comparação com Abril do ano passado, apontando que Abril deste ano será pior.

Ele fez a estimativa de que em abril já será visto um “trade down”, que se caracteriza pelo consumidor alterar a marca que costumava comprar por uma marca de qualidade e prestígio inferior, e que certos produtos serão esquecidos pelo consumidor. Também informa que o momento tem causado impacto negativo na renda da população, o que culmina no declínio nas vendas de supermercado.

Conforme ele atesta, as vendas dentro dos mercados atingiram picos de 24% no começo da quarentena, fortemente estimuladas pela preocupação repentina dos primeiros dias da pandemia, o que exigiu um esforço extra dos supermercados para que estoques e gôndolas das lojas estivessem abastecidos. Todavia, para o mês de abril a expectativa é de queda, disse Queiróz.

Ele, porém, disse não acreditar em desabastecimento nos lojas “nos próximos dias”, mas considera a possibilidade de surgirem problemas caso o isolamento social perdure por um prazo mais longo. Queiróz entende que se se o vírus afetar a população de uma maneira mais letal que a prevista, aí as coisas podem se agravar muito nos supermercados, e podem faltar produtos nas gôndolas e estoques.

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Aplicativo e site para ajudar trabalhadores informais são lançados

Devido a crise de coronavírus, trabalhadores informais e MEI receberão um auxílio de R$ 600 para ajudar nos custos enquanto não podem trabalhar. Já está disponível um aplicativo que poderá instruir os trabalhadores informais que tenham baixa renda.

Na terça-feira dia 17, o banco Caixa lançou um site também para aparelhos com Android e iOS. Para obter acesso, é preciso fazer a inscrição pelos meios de comunicação. As pessoas estão habilitadas para a inscrição são MEIs, autônomos informais que não constam no Cadastro Único e trabalhadores informais que possuem registro depois do dia 20 de março. Os trabalhadores com contrato que não estão ativos também estão inclusos no perfil para receber o auxílio financeiro.

Existem um planejamento que equivale a três parcelas, a primeira é paga no dia 14 de abril. Os clientes com conta na Caixa e Banco do Brasil recebem o benefício com mais agilidade. Não existem custos para os solicitantes que não possuem contas nos bancos citados. O coronavoucher está disponível para ser transferido para qualquer banco.

As demais parcelas serão pagas em diversas datas no mês de abril, até maio. Depois de ter o registro aprovado, o trabalhador terá o dinheiro em até 48 horas na conta bancária. Antes será analisado pelo próprio aplicativo e site se os clientes possuem as condições que precisam para o auxílio emergencial.

Durante três meses o valor poderá ser pago, dependendo da situação da economia do Brasil e da necessidade da quarentena. Quem já tem cadastro, não precisará se preocupar. Quem está no programa do Bolsa Família poderá receber o benefício conforme melhor lhe parecer, mas será preciso escolher qual benefício será mais vantajoso.

A medida tem como aliviar o aperto financeiro de muitas famílias que estão em uma situação de vulnerabilidade econômica e social. Houve até mesmo uma corrente do bem no Twitter, em que diversas personalidades com milhares e milhões de seguidores estavam pressionando para a liberação da ajuda de R$ 600 o mais rápido possível. O país já estava passando por um grande desemprego, mas existem possibilidades de recuperação econômica com o passar do tempo, especialmente para as classes sociais mais necessitadas.

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O último grande épico de Bob Dylan

Sua primeira música em oito anos não focou na economia de palavras, sendo uma viagem de 17 minutos através de sua memória desde o assassinato de John F. Kennedy aos Estados Unidos por Donald Trump.

Bob Dylan voltou para dar uma maldição inesperada. Desta vez, na forma de um épico. Não é que no meio da crise mundial devido ao coronavírus, Murder Most Foul, a canção mais longa de sua carreira, tenha sido publicada de surpresa, mas que uma das viagens mais complexas para a mente do único músico com o Prêmio Nobel de Literatura. Uma viagem ao passado, construída como uma história narrativa e repleta de impressões, que começa com um fato concreto: o assassinato do presidente John F. Kennedy.

“Foi um dia sombrio em Dallas, novembro de 1963 / o dia em que ele viverá infame”, ele canta nos dois primeiros versos. “Bom dia para viver e bom dia para morrer”, diz ele pouco depois para se referir ao desânimo de Keneddy, “abatido como um cachorro em plena luz do dia”. Após a morte de Kennedy, Bob Dylan inicia uma jornada do concreto para uma elegia impressionista sobre aquele momento infame que ele, como uma geração inteira, teve que viver. Como sendo a capital dos anos sessenta, nada do que você diz sobre os agitados é indiferente.

Ao contrário das músicas da época, agora nesta nova composição, Dylan fala como uma voz narrativa onisciente. Não é um diálogo com alguém ou contra alguém. Um diálogo interno consigo mesmo prevalece, que inclui elementos dissonantes daquele tempo conturbado. É a voz de sua memória, alterada por lampejos de violência e mal-entendidos. “Era uma questão de tempo e era a hora certa / você tem dívidas não pagas, as quais viemos cobrar / vamos matá-lo com ódio, sem qualquer respeito.” Mas também se apega a elementos musicais que construíram essa época, como os Beatles (“eles virão para pegar sua mão”), fazendo referência a um dos primeiros singles que triunfaram nos Estados Unidos: Eu quero segurar sua mão) e os festivais de Woodstock e Altamont.

A letra pode ser vista no link.

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Pequenas e médias empresas podem contar com linha de crédito para pagar salários dos funcionários

No último dia 6 de abril, o Conselho Monetário Nacional (CMN) regulamentou os financiamentos para a folha de pagamento de pequenas e médias empresas. A medida, destinada aos empreendimentos com receita bruta anual de R$ 360 mil a R$ 10 milhões, ganhou o nome Programa Emergencial de Suporte a Empregos (PESE) e foi anunciada pelo governo no final de março, dia 27. Ela é oferecida junto a bancos privados e, basicamente, trata-se de uma linha de crédito que bancará até R$ 40 bilhões em salários pelo período de dois meses.

Vale pontuar que, desses R$ 40 bilhões disponibilizados, R$ 34 bilhões virão do Tesouro Nacional via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) — os R$ 6 bilhões restantes serão aportados pelos próprios bancos. O Banco Central (BC) autorizou, também no dia 6 de abril, que esses bancos deduzam esses R$ 6 bilhões do recolhimento compulsório (dinheiro que as instituições financeiras têm de manter no BC) sobre recursos a prazo. De acordo com o BC, isso representa cerca de 5% do montante atual recolhido sobre recursos a prazo.

 A estimativa é que em torno de 1,4 milhão de empresas e cerca de 12,2 milhões de empregados sejam beneficiados pela PESE. Uma das regras para para receber o benefício e aderir ao financiamento, no entanto, é que a empresa em questão não demita os empregados, sem que haja justa causa, por pelos menos dois meses depois do fim do programa.

Vale pontuar, também, que, cabe ao Programa Emergencial de Suporte a Empregos , pagar o valor máximo de até dois salários mínimos — ou seja, R$ 2.090 — por funcionário. O restante (caso o empregado ganhe salário superior a isso, fica a cargo das empresas). Esse dinheiro é depositado diretamente na conta do trabalhador. A empresa, por sua vez, tem seis meses de carência e três anos para quitar a dívida. Quanto aos juros, eles serão de 3,75% ao ano — patamar atual da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

Lembrando que essa e outras medidas em prol da população e da economia brasileira são por conta do surto de coronavírus (COVID-19) que atinge o mundo todo.

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Para 2020, CNC prevê queda no faturamento do varejo no período de Páscoa

Conforme projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC ), as vendas do comércio varejista em decorrência da Páscoa (que, este ano, será no dia 12 de abril) devem cair em torno de 31,6% este ano, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Tradicionalmente, a Páscoa (e os dias que correspondem à Semana Santa ) é um dos momentos mais importantes do comércio brasileiro. A estimativa da CNC para 2020, contudo, é que a ocasião consiga somar na economia apenas cerca R$ 1,598 bilhões em faturamento no varejo — em 2019, esse valor ficou em torno de R$ 2,336 bilhões.

“Esse cenário inimaginável, no início do ano, decorre basicamente das atuais restrições ao consumo por conta do isolamento social que reduziu dramaticamente o fluxo de consumidores nas lojas”, explicou o estudo da CNC. As medidas de isolamento social são indicadas pelo Ministério da Saúde como a forma mais eficaz de contenção da pandemia de coronavírus (COVID-19) que atinge o mundo todo — elas foram adotadas por governos estaduais e municipais de todo o País no combate ao agravamento da situação.

 “Os efeitos da pandemia de COVID-19 restringiram dramaticamente o fluxo de consumidores nas lojas. Há registro de quedas de 35% no comércio de rua e de 50% nos shopping centers ao longo do mês passado [março]”, disse o presidente da CNC, José Roberto Tadros.

De acordo com o economista da CNC, Fábio Bentes, responsável pelo estudo, também atingem a economia e as vendas do varejo na Páscoa — além das medidas de isolamento social — efeitos secundários da pandemia, como é o caso da subida do dólar e da aversão ao crédito, por parte do consumidor, para consumo de produtos não essenciais.

Se, de fato, as estimativas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo forem confirmadas, essa queda nas vendas e no faturamento do setor varejista no período da Páscoa e da Semana Santa será a primeira desde a recessão de 2014 a 2016 (foram registradas quedas de 1% no ano de 2015 e de 4,2% no ano de 2016).

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Com queda nos lucros, HSBC irá demitir 35 mil funcionários nos próximo três ano

Recentemente, o HSBC divulgou notícias dizendo que irá cortar cerca de 35 mil postos de trabalhos em todas as suas unidades espalhadas pelo mundo. O corte previsto pelo banco deverá ocorrer durante os próximos anos. Esse número representa 15% dos funcionários contratados pela instituição. Sendo visto como um plano radical para reduzir custos, o banco afirmou que essa manobra é necessária devido ao retrospecto negativo que obteve nos últimos trimestres.

“É correto dizer que essa tomada de decisão vem como uma medida de reestruturação do banco. Hoje temos 235 mil funcionários e queremos reduzir esse número para 200 mil nos próximos três anos”, afirma Noel Quinn, CEO do HSBC que deu detalhes sobre essa decisão durante uma entrevista concedida ao Bloomberg News. No dia 18 de fevereiro de 2020, o HSBC anunciou uma queda de 53% em sua margem de lucro durante 2019. Esse número é equivalente a US$ 5,97 bilhões, além de resultados considerados inaceitáveis por Noel Quinn.

“O desempenho do banco ao longo de 2019 foi ruim, se manteve estável em alguns setores, mas em outros, as atividades estiveram muito abaixo do esperado”, explicou o CEO do banco. O plano de corte irá reduzir em grande parte as operações desenvolvidas pela empresa nos Estados Unidos e na Europa. Agora, o banco passa por grandes incertezas, muitas delas são frutos da guerra comercial entre os EUA e China, do Brexit e do surto de coronavírus que já começou a abalar a economia global.

O banco obteve bons resultados em suas atividades na Ásia durante os últimos anos. Um dos países que mais influenciaram de forma positiva na receita do HSBC foi a China, seguida por países da Europa e os Estados Unidos. Porém, ao longo de 2019, apresentaram números decepcionantes. Quinn ocupa o cargo de CEO interino do HSBC desde que John Flint deixou o cargo em agosto do ano passado.

“Começamos a colocar em prática o planejamento realizado pela minha equipe no ano passado. O grande corte de funcionários faz parte deste planejamento que já vem sendo executado”, explica o CEO. No Brasil, todas as operações do HSBC foram adquiridas pelo banco Bradesco em 2016.

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Percentual de brasileiros que contribuem com o INSS cai pelo 3º ano seguido

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou no dia 14 de fevereiro deste ano os novos dados sobre a Pnad (Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios), onde o grande destaque foi a redução do número de trabalhadores que contribuem com o INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social).

De acordo com as notícias divulgadas pelo instituto, a contribuição com a Previdência Social teve seu terceiro recuo consecutivo em 2019. Este é o 3º ano em que o número de contribuintes reduz e já é o menor percentual de trabalhadores contribuintes dentro dos últimos 6 anos.

O levantamento realizado pelo instituto revelou que 62,9% dos trabalhadores em 2019 contribuíram para o INSS. Esse mesmo percentual só foi observado no ano de 2013. Já em 2018, os dados apontaram que 63,5% dos trabalhadores contribuíram para o INSS.

O ano de 2016 foi o que mais registrou contribuintes ao INSS da classe trabalhadora. De acordo com os dados divulgados na época, o indicador chegou a 65,6% da população nessa situação. Já o menor dado ocorreu em 2012, quando o indicador foi reduzido a 61,9%.

O instituto também divulgou dados do desemprego e da economia sobre as regiões do país considerando o total de trabalhadores que contribuem com o INSS. Nesse caso, os dados são: Norte com 44%, Nordeste com 47,9%, Centro-Oeste com 65,1%, Sudeste com 69,1% e Sul com 75%. Dentre esses dados, Norte e Sudeste foram os que apresentaram níveis mais baixos desde 2012. Nordeste teve patamar menor que em 2014 e as regiões Sul e Centro-Oeste registraram níveis menores que em 2013.

Considerando os estados do país, os dados apontaram que Santa Catarina teve a maior média anual para contribuintes do INSS, sendo equivalente a 81,2% de todos os trabalhadores. Já o estado do Pará registrou o menor nível, sendo equivalente a 38,2% de todos os trabalhadores da região.

De acordo com o IBGE, essa redução pode ser explicada por vários fatores, sendo o principal deles o recorde da informalidade no país. A situação de informalidade atingiu nível recorde em 2019, sendo equivalente 41,1% da população ocupada no país. Essa situação faz com que as pessoas deixem de contribuir com o INSS, pois não possuem registro em carteira e nem mesmo são formalizadas por meio de um CNPJ.

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Saque imediato das contas do FGTS ocorrerá até o dia 31 de março de 2020

Notícias recentes divulgadas pela Caixa Econômica Federal no dia 18 de fevereiro de 2020, informaram que dos 96 milhões de trabalhadores com direito ao saque imediato do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), somente 59 milhões já movimentaram os valores disponíveis. O valor total que pode ser sacado é de R$ 42,6 bilhões, sendo que deste valor, somente 27,5 bilhões foram movimentados pelos brasileiros e aqueceram a economia, sendo este o maior objetivo da liberação imediata do dinheiro. O valor movimentado até agora é equivalente a 65% dos recursos totais disponíveis e o percentual de brasileiros que tiveram acesso a este valor até agora é de 62%.

Os saques imediatos disponíveis para o FGTS estão liberados desde setembro do ano passado para clientes da Caixa Econômica e desde outubro do mesmo ano para quem não é cliente do banco. O pagamento foi feito de acordo com um cronograma baseado no mês de aniversário dos trabalhadores. Mas, próximo do fim do calendário, os brasileiros que ainda não sacaram o valor do FGTS disponível tem até o dia 31 de março para fazer a retirada de valores.

Após lançar a oportunidade de saques até R$ 500 do FGTS, o governo decidiu liberar em julho do ano passado um limite maior de saque de até R$ 998. Esse valor de R$ 998 já está disponível desde o ano passado para todos que possuem conta vinculada ao FGTS. A data limite estipulada pela Caixa Econômica Federal é até 31 de março deste ano, vale tanto para o saque de R$ 500 quanto para o valor de R$ 998, independente se o trabalhador já havia ou não realizado o saque de R$ 500.

Os valores que não forem sacados até a data estipulada, irão retornar para as contas vinculadas do FGTS. Todo o valor não movimentado será atualizado e corrigido de acordo com o período que permaneceu disponível para movimentação. Para os correntistas da Caixa que tiveram o valor depositado de forma automática e desejam que esse dinheiro permaneça na conta do FGTS, é necessário informar ao banco até o dia 30 de abril deste ano. Ao informar o banco, a Caixa tem até 60 dias úteis para depositar o valor novamente na conta vinculada do FGTS do correntista do banco.

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